Sátrapa 2019-06-18T15:20:52+00:00
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SÁTRAPA

Sátrapa surge no final de 2013, como um alter-ego que resulta de uma conjugação de factores envolvendo um inverno particularmente rigoroso e uma crise existencial pessoal ligada a uma crise social global. Nessa altura, ocorre um fenómeno raro, tanto físico quanto metafísico, semelhante a uma colisão de átomos, com a libertação de uma quantidade significativa de energia que gera uma febre de expressão artística, materializada inicialmente através da pintura, num processo que o próprio apelida de arteterapia.
No meio desse seu fervor criativo, Sátrapa decide em 2014 fundar a Factoría de Androides, um espaço onde os robôs começam a surgir espontaneamente, autocriando-se, sem o apoio concreto de um artista.

O que começa por ser um exercício de alienação, ficção e fantasia, rapidamente evolui para algo maior, sem controlo, quando os andróides criados por Sátrapa acabam por se apropriar das suas vidas ficcionais e se tornam responsáveis ​​pelas suas próprias acções.

Em Abril de 2018, a Cruzes Canhoto exibiu uma retrospectiva das obras do artista na exposição “Factoría de Androides”, onde se podiam apreciar não só as célebres esculturas robóticas como também as pinturas que lhes estiveram na base. O sucesso foi tal, que houve necessidade de organizar uma segunda parte dessa mostra, ainda nesse ano: “Factoría de Androides II: Marte Contra-Ataca”.

ESCULTURAS

PINTURAS

Outras peças de Sátrapa podem ser vistas nas páginas destas exposições:
Factoría de Androides
Factoría de Androides II: Marte Contra-Ataca